Data : 14/11/2016

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Dom Murilo Krieger faz balanço do Ano da Misericórdia no Brasil

anomiseriCom encerramento do Ano da Misericórdia, fiéis são enviados ao mundo para falar da misericórdia de Deus, diz Dom Murilo

Jéssica Marçal
Da Redação

O Ano da Misericórdia termina neste domingo, 20, quando o Papa Francisco vai fechar a Porta Santa da Basílica de São Pedro, no Vaticano. Foi um Ano de várias iniciativas em todo o mundo voltadas a estimular as obras de misericórdia e a levar os fiéis a fazer experiência com a misericórdia de Deus.

O grande símbolo do Jubileu foi a abertura da Porta Santa e para esse Ano em especial o Papa Francisco quis que ela fosse aberta em todas as dioceses do mundo, como forma de ampliar a possibilidade aos fiéis de passarem pela Porta Santa. (Confira Portas da Misericórdia que foram abertas no Brasil)

O vice-presidente da CNBB, Dom Murilo Krieger, diz que há dois balanços desse Ano Santo: um visível, que diz respeito a dados, números e fatos que aconteceram ao longo de todo o Ano. O outro balanço é invisível, que é o resultado nos corações das pessoas. “Aí só o Espírito Santo é capaz de dizer quantas experiências de amor de Deus, quantas pessoas reconciliadas com Deus, com a Igreja, consigo mesma, quantas pessoas adquiriram a paz que é fruto da experiência da misericórdia de Deus”.

No Brasil, em todas as 275 dioceses foi aberta pelo menos uma Porta da Misericórdia e é incontável o número de fiéis que puderam fazer essa experiência. Só no Vaticano, a estimativa de peregrinos ultrapassou os 18 milhões, números que, segundo Dom Murilo, impressionam, mas mostram, na verdade, como as pessoas se identificaram com o convite feito por Jesus, que é a verdadeira Porta.

“Passar pela Porta da Misericórdia, na verdade, é passar pelo coração de Cristo, conhecer a sua intimidade, o seu amor, Ele que é a mais forte manifestação da misericórdia do Pai”.